segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sem noção do ridículo!

A tendência normal é a gente tentar parecer/ser o menos ridículo possível, certo? Ok. Mas e quando você não ta se importando nem um pouco com "ser normal"? Bom, aí você simplesmente decide publicar algo que deveria - creia-me, DEVERIA MESMO - tentar esconder, apagar, remover, deletar da sua vida. Ao menos se quiser ter um mínimo de dignidade ou de respeito alheio. Maaaaaaas, porque causa eu faria isso, né?

O cinema não poderia perder uma dessas, NEVER. Eu não sei se é a trilha sonora, se é o fato de ser "mudo", se é nosso amigo Odair-nunca-se-viu-mais-gordo, se é a aluna saltitante rodopiando, o "nível Fodão" ou o que mais. Sei que Curta Santos é para os fracos! O que pega mesmo é o Vídeo Sensações (percebe onde começa o ridículo?) dos aspirantes a jornalistas. E depois perguntam porque nosso diploma é caçado, porque não nos levam a sério, etc. Você passa da metade do caminho no curso, daí quando acha que o pior já ficou pra trás, surge uns camaradas e te enfiam essa na cara, goela abaixo! Mas, tudo bem. Valeu a pena. É ridículo, é engraçado, é desesperador. E nostálgico.

E sim, eu sou essa impressionante atriz/pianista/demente/olhosdepanda/assassina do vídeo.
Porra, Hollywood, filma eu!

A Partitura Final

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